100 Notable Books of 2023



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Wonder By R.J. Palacio

"You can't blend in when you were born to stand out." This is a quote from Wonder by RJ Palacio, which tells the story of Auggie's first year at school in New York. Auggie was born with severe facial differences.

Auggie is ten when he goes to school for the first time. He is treated differently by most of the other kids, except for two, Summer and Jack. One boy, Julian, bullies Auggie and turns a lot of the other kids against him.

When Auggie overhears Jack saying mean things about him to Julian and his gang, he is devastated. Jack's upset that he hashurt Auggie and damaged their friendship. He punches Julian and apologises to Auggie, but a war begins between him andJulian's gang.

On the school trip, Auggie and Jack find themselves in a nasty clash with some older kids from another school. Julian isn't on the trip, which leaves his gang free to make their own decisions, and they show up to defend Auggie and Jack.

As the school year ends, Auggie discovers that not only has he survived but he has thrived and made a positive impact on everyone even Julian.

Auggie is an optimistic, funny and intelligent boy, who has overcome many challenges in his life. In the book we see him mature and grow in confidence and independence.

Jack is a kid who wants to do the right thing but he also wants to fit in and sometimes he makes mistakes. He learns to be true tohimself a boy who is funny, loyal and kind.

Summer is the first friend Auggie makes at school. She is an independent thinker who is kind and compassionate.

Wonder is narrated by six different characters. Each voice brings its own perspective and lets us see things from a different pointof view. The importance of kindness is a central theme in the novel. We see the positive impact that choosing kindness can have on everyone's life.

"When given the choice between being right and being kind, choose kind."

The power of friendship is also an important theme. We witness friendships being made, broken and renewed.

Wonder by RJ Palacio is one of my all-time favourite books – it made me think about how we treat others and how showingkindness can transform people's lives. You need to read it!


White Bird Final Trailer Previews Wonder Sequel Movie

Lionsgate has released the final trailer for its coming-of-age period drama White Bird, set to hit theaters on October 24, 2024. The upcoming feature serves as both the prequel and sequel to the 2017 movie Wonder, based on R.J. Palacio's book White Bird: A Wonder Story.

A book that sparked a movement to always "choose kind," White Bird is billed as "an uplifting movie about how one act of kindness can live on forever." It tells the story of a woman who chose to lead a courageous life by choosing kindness in the face of an unkind world.

White Bird extends the story of the 2017 Jacob Tremblay-led family drama, a film that chronicled the story of a 10-year-old boy with a rare facial deformity. This time, though, instead of focusing on the person being bullied, White Bird will center on the character who bullied Wonder's Auggie Pullman — and his grandmother's own story of "kindness."

Per the official synopsis, White Bird follows "Julian, who has struggled to belong ever since he was expelled from his former school for his treatment of Auggie Pullman. To transform his life, Julian's grandmother finally reveals to Julian her own story of courage — during her youth in Nazi-occupied France, a boy shelters her from mortal danger. They find first love in a stunning, magical world of their own creation, while the boy's mother risks everything to keep her safe."

You can watch the trailer down below (watch more trailers):

Directed by Marc Forster (Finding Neverland), with Mark Bomback serving as the upcoming film's screenwriter, White Bird stars Gillian Anderson (Scoop) as Vivienne Beaumier, Helen Mirren (The Queen) as Gran-dmère, Bryce Gheisar (A Dog's Purpose) as Julian Albans, Ariella Glaser (Radioactive) as Sara Blu, Orlando Schwerdt (True History of the Kelly Gang) as Julien Beaumier, and more.

White Bird hits cinemas on October 4.

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Caso Ceperj: Entenda O Processo Que Pode Levar à Cassação De Cláudio Castro

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) retoma nesta quinta-feira (23) o julgamento que pode levar à cassação da cúpula política do Estado, incluindo o governador Cláudio Castro (PL). Além do chefe do Palácio Guanabara, são alvos da ação o vice, Thiago Pampolha (MDB), o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), e outros dez aliados do governo fluminense.

Eles são acusados de abuso de poder político e econômico pelo uso de estruturas da Universidade Estadual do Rio (Uerj) e do Centro Estadual de Pesquisa e Estatística do Rio (Ceperj) para pagar cabos eleitorais durante a campanha de 2022.

Até o momento, apenas o relator, Peterson Barroso Simão, deu seu voto no processo, favorável à cassação de Castro. Com a retomada do julgamento, os outros seis desembargadores da corte vão se manifestar, seguindo a ordem de menos tempo na casa.

É necessário maioria simples — isto é, metade mais um — para condenar o governador e os demais réus. No entanto, caberá recurso da decisão, seja qual for, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Entenda a seguir, em cinco pontos, a acusação contra a cúpula do governo e os próximos passos do processo.

O TRE-RJ julga duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) que foram unificadas por focarem na mesma denúncia, o uso da máquina pública para benefício eleitoral e político de Castro e seu grupo.

Elas foram movidas pelo próprio Ministério Público Eleitoral e pela coligação de Marcelo Freixo (na época no PSB, hoje filiado ao PT), candidato derrotado no pleito daquele ano.

No centro das acusações estão contratações temporárias de funcionários que atuaram, diz o Ministério Público Eleitoral, como cabos eleitorais.

A "folha de pagamento secreta", como tem sido chamada pela falta de transparência, teve 27 mil cargos temporários no Ceperj e 18 mil nomes na Uerj. Segundo o MP, os contratos eram firmados via recibos de pagamento autônomos (RPAs) sem passar por processos seletivos.

Para viabilizar o suposto esquema, o perfil institucional do Ceperj teve de ser alterado por um decreto, de março de 2022, editado pelo governador e então pré-candidato à reeleição. A medida ampliou o escopo do centro de pesquisa, permitindo a execução dos projetos Esporte Presente, Casa do Trabalhador, Cultura para Todos e Casa do Consumidor.

De acordo com a denúncia, os desvios ocorriam dentro desses programas, que possibilitaram "não somente a utilização dos cofres públicos para fomentar campanha à reeleição [do governador], mas também o loteamento de projetos para os respectivos secretários de Estado, que, em sua maioria, ou se afastaram das respectivas secretarias para concorrer às eleições de 2022, ou seguiram nas suas atribuições para fomentar outras candidaturas para atender aos seus interesses particulares". É o que afirma a Procuradoria Regional Eleitoral do Rio em suas alegações finais do processo.

Já na Uerj, os desvios aconteceriam sobretudo dentro dos projetos Observatório Social do Segurança Presente e RJ para Todos — parcerias entre a universidade e a Secretaria estadual do Governo, comandada por Bacellar à época.

Segundo a procuradora eleitoral Neide Carvalho de Oliveira, foram gastos no esquema cerca de R$ 640 milhões, oriundos da Uerj, e R$ 226 milhões do Ceperj, sacados diretamente da boca do caixa.

Além de Castro, Pampolha e Bacellar, as ações miram outros dez aliados do governo. São eles:

  • Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), deputado federal
  • Max Lemos (PDT-RJ), deputado federal
  • Léo Vieira (Republicanos), deputado estadual
  • Bernardo Chim Rossi, secretário estadual de Ambiente e Sustentabilidade
  • Dani Barros, secretária estadual de Cultura e Economia Criativa
  • Gutemberg de Paula Fonseca (PL), suplentes de deputado federal
  • Marcus Venissius da Silva Barbosa (Podemos), suplentes de deputado federal
  • Allan Borges Nogueira, ex-subsecretário de Habitação da Secretaria Estadual de Infraestrutura
  • Patrique Welber Atela de Faria, ex-secretário estadual de Trabalho e Renda
  • Gabriel Rodrigues Lopes, ex-presidente da Fundação Ceperj
  • O que diz o relator do TRE-RJ?

    Até agora, o único a se manifestar no processo foi o relator, Peterson Barroso Simão, que deu um voto duro contra Castro.

    O desembargador afirmou que as provas do Ministério Público Eleitoral mostram a participação do governador no esquema de "nítido caráter eleitoreiro" e que "perturbou a legitimidade e a normalidade de um pleito de grande dimensão".

    "É irreparável a participação do governador. O decreto feriu o princípio da legalidade na administração pública, ferindo a finalidade do Ceperj, por interesses do governador, tornando-se uma distribuidora de recursos públicos em ano eleitoral", disse Simão, se referindo à medida que ampliou a atuação do centro de pesquisa.

    Em um voto que durou mais de 2h40, Simões disse que a "intenção dolosa dos réus foi notória" e chamou de "gênio do mal" o responsável por planejar o suposto esquema, que começou ainda antes do período eleitoral e "gerou altíssimo prejuízo ao erário público e à população fluminense".

    "Tudo ocorreu sorrateiramente, com folhas de pagamento secretas e sem o mínimo de transparência pública. Quem arquitetou esse plano perverso é um gênio, mas um gênio do mal", disse o desembargador, que completou: "O plano foi orquestrado com antecipação e só não se esperava que fosse ser descoberto."

    Por fim, o relator acatou parcialmente em seu voto os pedidos do Ministério Público Eleitoral. Ele defendeu a cassação de Castro, Pampolha e Bacellar. Além disso, pediu para que o governador e o presidente da Alerj ficassem inelegíveis até 2030, medida que se estende ao ex-subsecretário Allan Borges Nogueira e ao ex-presidente do Ceperj Gabriel Lopes.

    Simão não pediu a suspensão dos direitos políticos de Pampolha por entender que, como ele entrou na chapa do governador a menos de um mês do pleito de 2022, o vice-governador não teve gerência sobre o suposto, embora tenha se beneficiado dele. O desembargador também defendeu que os demais réus fossem absolvidos das acusações, divergindo-se assim das solicitações feitas pelo MP.

    O relator também pediu para que Castro, Bacellar e Lopes sejam multados em R$ 106.410, valor máximo estipulado pela condenação por abuso de poder político e econômico. Já para Pampolha, a multa solicitada foi de R$ 21.282.

    Os advogados dos réus afirmam que o caso não teve influência na eleição de 2022 e deveria ser julgado pela Justiça comum pois, na visão das defesas, as acusações dizem respeito ao direito administrativo, e não eleitoral.

    O advogado do governador, Eduardo Damian Duarte, negou que Castro tenha qualquer envolvimento no caso, pois "Ceperj e Uerj têm autonomia administrativa e financeira prevista em lei".

    Ele completou: "não é o governador que firma, promove nem fiscaliza os projetos". Por fim, Duarte completou afirmando que, durante o período eleitoral, os programas que são alvos da investigação já não estavam mais em vigor.

    Em nota, Castro também afirmou que determinou a extinção dos projetos ligados ao Ceperj, que passa por um processo de reestruturação. O governo disse ainda que prestou todos os esclarecimentos sobre o caso aos órgãos de controle.

    O advogado de Pampolha, Bruno Falcão, por sua vez, frisou o fato de que o vice-governador foi escolhido para concorrer na chapa de Castro faltando 20 dias para o primeiro turno – argumento utilizado pelo próprio Ministério Público Eleitoral e pelo desembargador relator para excluí-lo do pedido de inelegibilidade. Segundo a defesa, Pampolha foi envolvido no processo apenas pelo cargo que ele ocupa.

    O advogado José Eduardo Rangel de Alckmin, que representa Bacellar, disse que o caso é preocupante por envolver a alta cúpula política do Estado e reconheceu que há irregularidades apontadas pelo processo. No entanto, negou o envolvimento do presidente da Alerj no suposto esquema.

    Quais são os próximos passos?

    Para uma eventual condenação do governador e da cúpula política do Estado, é preciso um mínimo de quatro votos a favor das acusações. Se isso acontecer, os efeitos práticos, como a cassação dos mandatos, só devem acontecer se o TSE validar a decisão do tribunal regional.

    É possível que os desembargadores, se houver maioria pela condenação, decidam que a cassação seja imediata por entender que a manutenção dos réus no cargo poderia atrapalhar o processo. No entanto, esse cenário é visto como improvável por fontes ligadas ao caso.

    Se o TSE decidir acatar o pedido integral da acusação, a linha sucessória política do governo do Estado será cassada. Quem tomará posse no lugar de Castro, de forma interina, será o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Ricardo Rodrigues Cardozo.

    Nesse cenário, conforme prevê o Código Eleitoral, uma nova eleição seria convocada num prazo de 20 a 40 dias.

    Quem se elegesse nesse pleito suplementar também não teria um mandato com o tempo de duração habitual de quatro anos. A pessoa ficaria no cargo até 2026, quando está marcada uma nova eleição para o Executivo estadual.






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